A gestão da qualidade total (TQM pelas siglas inglês) é uma estratégia de administração orientada a criar consciência de qualidade em todos os processos organizacionais. O TQM (Total Quality Management) tem sido amplamente utilizado em indústria, educação, governo e serviços. Chama-se total porque o seu objetivo é a implicação não só da empresa inteira mais também a organização estendida: fornecedores, distribuidores e demais parceiros de negócios. O TQM é composta de estágios tais como: planejamento, Organização controle, liderança. Tanto qualidade quanto manutenção são qualificadas de total porque cada empregado participa é diretamente responsável pela realização dos objetivos da empresa. Toyota (Japão) foi primeira a empregar o TQM. No fordismo, ao contrário do TQM, esta responsabilidade é limitada à gerência. No TQM os funcionarios possuem uma maior gama de qualificações. Então a comunicação organizacional (em todos os níveis) torna-se uma peça chave da estrutura da empresa.Atualmente a gestão da qualidade está sendo uma das maiores preocupações das empresas, sejam elas voltadas para a qualidade de produtos ou de serviços. A conscienciatização para a qualidade e o reconhecimento de sua importância, tornou a certificação de sistemas de gestão da qualidade indispensável para as micro e pequenas empresas de todo o mundo.A certificação da qualidade além de aumentar a satisfação e a confiança dos clientes, reduzir custos internos, aumentar a produtividade, melhorar a imagem e os processos continuamente, possibilita ainda fácil acesso a novos mercados. Esta certificação permite avaliar as conformidades determinadas pela organização através de processos internos, garantindo ao cliente um produto ou serviço concebido conforme padrões, procedimentos e normas.Entre modelos existentes de sistema da qualidade, destacam-se as normas da série ISO 9000. Estas se aplicam a qualquer negócio, independentemente do seu tipo ou dimensão. As normas desta série possuem requisitos fundamentais para a obtenção da qualidade dos processos empresariais. A verificação dos mesmos através de auditorias externas garante a continuidade e a melhoria do sistema de gestão da qualidade.Os requisitos exigidos pela norma ISO 9000 auxiliam numa maior capacitação dos colaboradores, melhoria dos processos internos, monitoramento do ambiente de trabalho, verificação da satisfação dos clientes, colaboradores, fornecedores e entre outros pontos, que proporcionam maior organização e produtividade que podem ser identificados facilmente pelos clientes.As pessoas e as empresas que buscam qualidade devem criar uma
terça-feira, 8 de maio de 2012
Qualidade é
A gestão da qualidade total (TQM pelas siglas inglês) é uma estratégia de administração orientada a criar consciência de qualidade em todos os processos organizacionais. O TQM (Total Quality Management) tem sido amplamente utilizado em indústria, educação, governo e serviços. Chama-se total porque o seu objetivo é a implicação não só da empresa inteira mais também a organização estendida: fornecedores, distribuidores e demais parceiros de negócios. O TQM é composta de estágios tais como: planejamento, Organização controle, liderança. Tanto qualidade quanto manutenção são qualificadas de total porque cada empregado participa é diretamente responsável pela realização dos objetivos da empresa. Toyota (Japão) foi primeira a empregar o TQM. No fordismo, ao contrário do TQM, esta responsabilidade é limitada à gerência. No TQM os funcionarios possuem uma maior gama de qualificações. Então a comunicação organizacional (em todos os níveis) torna-se uma peça chave da estrutura da empresa.Atualmente a gestão da qualidade está sendo uma das maiores preocupações das empresas, sejam elas voltadas para a qualidade de produtos ou de serviços. A conscienciatização para a qualidade e o reconhecimento de sua importância, tornou a certificação de sistemas de gestão da qualidade indispensável para as micro e pequenas empresas de todo o mundo.A certificação da qualidade além de aumentar a satisfação e a confiança dos clientes, reduzir custos internos, aumentar a produtividade, melhorar a imagem e os processos continuamente, possibilita ainda fácil acesso a novos mercados. Esta certificação permite avaliar as conformidades determinadas pela organização através de processos internos, garantindo ao cliente um produto ou serviço concebido conforme padrões, procedimentos e normas.Entre modelos existentes de sistema da qualidade, destacam-se as normas da série ISO 9000. Estas se aplicam a qualquer negócio, independentemente do seu tipo ou dimensão. As normas desta série possuem requisitos fundamentais para a obtenção da qualidade dos processos empresariais. A verificação dos mesmos através de auditorias externas garante a continuidade e a melhoria do sistema de gestão da qualidade.Os requisitos exigidos pela norma ISO 9000 auxiliam numa maior capacitação dos colaboradores, melhoria dos processos internos, monitoramento do ambiente de trabalho, verificação da satisfação dos clientes, colaboradores, fornecedores e entre outros pontos, que proporcionam maior organização e produtividade que podem ser identificados facilmente pelos clientes.As pessoas e as empresas que buscam qualidade devem criar uma
domingo, 6 de maio de 2012
10ª Pesquisa - Controle estatístico do processo
Implantação do Sistema de Gestão da Qualidade
Tema: Controle estatístico do processo
Introdução
Para entendermos a importância do CEP- controle
estatístico do processo, uma das ferramentas da qualidade, sua eficiência e
eficácia, é importante entendermos primeiramente a abrangência do conceito de
qualidade e sua aplicação nas organizações e na vida das pessoas.
A qualidade não deve ser mais concebida como um ato
isolado ou “departamento específico”, mas deve ser uma concepção de pensamento
e atitude a ser praticada em todos os processos organizacionais.
Não podemos atuar com qualidade sem falar da
renovação dos valores pessoais e da organização, do alinhamento com a
estratégia, do desenvolvimento da liderança, do alinhamento com modelos
organizacionais, da geração de resultados em curto, médio e longo prazo, da
adequação à realidade emergente, da participação de todos os níveis
organizacionais, da política ganha- ganha, da realização pessoal e busca
incansável de propósito em todas as ações, da contribuição com a sociedade, da
quebra de paradigmas, do enfoque técnico para o enfoque holístico, das medições
de desempenho, do estabelecimento de objetivos e metas, da sua relação com a
cultura corporativa e de tantas outras relações. A qualidade não é mais somente
uma questão de técnica, é uma questão de princípios que renovam o pensamento
organizacional por meio dos indivíduos.
Portanto, as ferramentas da qualidade podem ser úteis
ou não, tudo vai depender, resumidamente, de quem, como, em que contexto e com
qual propósito será utilizada.
História e evolução
A noção de administração da qualidade total foi
introduzida por Feigenbaum, em 1957. Mas recentemente tem sido desenvolvida por
meio de várias abordagens amplamente conhecidas, introduzidas por vários
estudiosos da qualidade como Deming, Juran, Ishikawa, Taguchi e Crosby.
A evolução dos conceitos e da própria abrangência da
qualidade pode ser observada conforme a Figura 1. A seguir algumas das
características de cada fase de evolução:
• Inspeção: o objetivo desta fase era a constatação e
a retificação de erros. O funcionário inspecionava o produto um a um;
• Controle de Qualidade: métodos estatísticos,
desempenho do processo e padrões de Qualidade são estabelecidos. Inspeção em
determinadas peças ou lotes;
• Garantia da qualidade: sistemas de qualidade, custo
da qualidade, solução de problemas e planejamento da qualidade;
• Gestão da qualidade total: envolve a organização,
estratégia da qualidade, trabalho em equipe, empowerment dos funcionários,
clientes e fornecedores.
Observando os aspectos de cada fase da evolução da
qualidade podemos concluir que o aparecimento do controle estatístico do
processo ocorreu na fase do controle de qualidade e as ferramentas da qualidade
na fase da garantia da qualidade.
O controle estatístico do processo e
as ferramentas da qualidade
O controle estatístico do processo e as ferramentas
da qualidade têm um papel importantíssimo no gerenciamento da rotina do
dia-a-dia das organizações. Ela possibilita uma ação eficaz contra problemas e
dificuldades que as organizações apresentam durante todo o processo de
concepção de um produto ou serviço.
Para conciliar as diferentes visões de qualidade
podemos admitir que a qualidade seja a adequação do produto ou serviço ao uso
pretendido e às expectativas dos clientes. Assim, o uso da expressão “adequação
ao uso e às expectativas dos clientes” indica que há um processo com entradas e
saídas em que estão envolvidas as necessidades dos clientes, regulatórias e de
produto/operação.
O propósito de descrever a qualidade percebida pela
adequação ao uso e às expectativas dos clientes é podermos identificar lacunas
para diagnosticar problemas de qualidade e, assim, aplicar as ferramentas de
qualidade para seu monitoramento, melhoria e análise para solução de problemas.
Portanto, pode-se definir quatro lacunas de qualidade
sendo:
• Lacuna 1: a lacuna entre as especificações do
consumidor e as especificações das operações: A qualidade percebida pode ser
pobre pelo desalinhamento entre as especificações de qualidade internas do
produto e as especificações que são esperadas pelos consumidores. Para o
fechamento desta lacuna é necessário maior consistência entre especificação do
produto com especificações esperadas do consumidor por meio de uma ação,
principalmente, das competências de marketing, operações e desenvolvimento de
produtos/serviços;
• Lacuna 2: a lacuna conceito-especificação pode ser
percebida porque há um desalinhamento entre o conceito do produto ou serviço e
a forma como a organização especificou a qualidade do produto ou do serviço
internamente. Por exemplo, um produto alimentício barato e eficiente em sua
ação nutricional, mas a inclusão de um tipo específico de processo ou
matéria-prima pode ter agregado custos e ter tornado o produto menos eficiente
em termos do próprio conceito de alimento barato. Para o fechamento desta
lacuna é necessário um alinhamento entre conceito/projeto e especificação
internas por meio de uma ação, principalmente, das competências de marketing,
operações e desenvolvimento de produtos/serviços;
• Lacuna 3: a lacuna especificação de qualidade –
qualidade real consiste em uma diferença perceptível entre a qualidade real do
produto ou serviço prestado e suas especificações. Para o fechamento desta
lacuna é necessário garantir que o produto real seja igual ao especificado
internamente por meio de uma ação, principalmente, da competência de operações;
• Lacuna 4: a lacuna qualidade real - imagem
comunicada é uma distorção entre a comunicação externa da organização ou
entre a imagem de mercado e a qualidade real dos serviços ou produtos entregues
ao consumidor. Isso pode ser o resultado de a função de marketing estabelecer
expectativas inatingíveis nas mentes dos consumidores ou de as operações não
proporcionarem o nível de qualidade esperado pelos consumidores.
Para o fechamento desta lacuna é necessário que as
promessas feitas aos clientes possam ser cumpridas pelo pessoal da operação por
meio de uma ação, principalmente, da competência de marketing. A existência de
qualquer dessas lacunas é provável que resulte em uma qualidade percebida
pobre, portanto é importante que os executivos, gestores e líderes das
organizações utilizem técnicas e ferramentas da qualidade para auxiliá-los
nesta incansável busca da excelência.
O controle estatístico do processo
O controle estatístico do processo tem como idéia
base que um processo, para ser “excelente”, deve respeitar uma variação
controlada e dentro de padrões, possibilitando a garantia da qualidade do
produto por meio do controle de seu processo produtivo, possibilitando que a
inspeção por atributos tenha maior eficácia e que a qualidade possa ser
monitorada, principalmente, durante a produção. Estaremos abordando a
importância e alguns conceitos fundamentais deste método de controle de processo.
Cada vez mais se torna importante o controle
estatístico do processo, devido ao fato de processos como inspeção não
serem 100% eficazes como parece, uma vez que estaríamos inspecionando 100% do
que foi produzido. O problema é que um trabalho alienante de efetuar inspeções
repetitivamente em um mesmo tipo de produto leva o executor desta inspeção a
distração e a não mais observar os pontos importantes, deixando passar produtos
com problemas e, assim, comprometendo a qualidade no cliente final.
Uma segunda razão pela qual podemos dar importância
ao CEP é que ele ajuda a reduzir o número de produtos com defeito ou
erro, devido às melhorias que serão realizadas na linha de produção. Essas
melhorias ou correções são desenvolvidas por meio da utilização das
ferramentas da qualidade.
A implantação do CEP
Para a eficácia de implementação do CEP, podemos
recomendar as seguintes ações:
• O estabelecimento de uma equipe de implementação
multidisciplinar com profissionais de projetos, processos, qualidade, operação
e manutenção, possibilitando maior energia e uma visão mais abrangente do
processo e seus fatores de influência;
• Implementar inicialmente
uma inspeção por atributos, possibilitando a atividade de inspeção final.
Pode-se utilizar como referência a norma NBR 5426. Nem sempre é por meio de
mensuração por atributo que se pode avaliar a qualidade de um produto. Sua
aplicação é inicialmente recomendada e sua facilidade devido ao baixo custo e
sua facilidade de implementação;
• Determinar os limites de controle, pontos de
medição e capabilidade do processo produtivo. A capabilidade do processo é a
medida da aceitabilidade da variação do processo. A medida mais simples de
capabilidade (Cp) é dada pela razão entre a faixa de especificação e a variação
“natural” do processo (isto é, cerca de três desvios-padrão);
• Implementar os gráficos de controle para variáveis,
sendo o mais comum o gráfico para controlar a média da amostra (X) e outro
utilizado para controlar a variação dentro da amostra pela medida da faixa (R).
A faixa é utilizada porque é mais simples de ser calculada do que o
desvio-padrão da amostra. O estabelecimento dos limites de controle superior e
inferior varia conforme a variação da amostra, assim estabelecendo então os
pontos de controle do gráfico;
• Finalizando, a interpretação dos gráficos de
controle é muito importante, sendo a interpretação mais óbvia quando os pontos de
controle ultrapassam os limites superiores ou inferiores, porém, além disso,
outros pontos devem ser levados em consideração para efetuar investigação como
comportamento alternante do gráfico de um ponto acima e outro abaixo da média
de forma alternada, comportamento estranhamente muito próximo ou sempre na
média, dois pontos seguidos e próximos do limite de controle, cinco pontos em
seqüência acima ou abaixo da média, tendência aparente em um sentido de subida
ou descida e súbita mudança de nível com grande variação.
Portando, o controle estatístico do processo é uma
ferramenta extremante eficaz para o desenvolvimento da garantia da
qualidade.
Texto extraído de http://www.racine.com.br/portal-racine/alimentacao-e-nutricao/qualidade-de-alimentos/o-controle-estatistico-de-processo-e-as-ferramentas-da-qualidade.
Diagrama de Causa e Efeito
|
O
diagrama de causa e efeito foi desenvolvido para representar a relação entre
o "efeito" e todas as possibilidades de 'causa' que podem
contribuir para esse efeito. Também conhecido como diagrama de Ishikawa, foi
desenvolvido por Kaoru Ishikawa, da Universidade de Tóquio, em 1943, onde a
utilizou para explicar para o grupo de engenheiros da Kawasaki Steel Works
como vários fatores podem ser ordenados e relacionados. Porém, somente em
1962, J. M. Juran no QC Handbook "batizou" este diagrama como sendo
diagrama de Ishikawa.
É desenhado para ilustrar claramente as várias causas que afetam um processo, por classificação e relação das causas. Para cada efeito existem seguramente, inúmeras causas dentro de categorias como as 6 M’s: método, mão-de-obra, matéria-prima máquinas, mensuração e meio ambiente. Nas áreas de serviços e processos transacionais utilizam-se como categorias básicas: procedimentos, pessoas, ponto, políticas, medição e meio ambiente. Um diagrama de causa e efeito bem detalhado tomará a forma de um a espinha de peixe e daí o nome alternativo de diagrama espinha de peixe. A partir de uma definida lista de possíveis causas, as mais prováveis são identificadas e selecionadas para urna melhor análise, Quando examinar cada causa, observe fatos que mudaram, como por exemplo, desvios de norma ou dos padrões. Lembre-se de eliminar a causa e não o sintoma do problema. Investigue a causa e seus contribuidores tão fundo quando possível. Componentes ![]()
1- Cabeçalho: Titulo, data, autor {ou grupo de trabalho).
2- Efeito: Contém o indicador de qualidade e o enunciado do projeto (problema). É escrito no lado direito, desenhado no meio da folha. 3- Eixo central: Urna flecha horizontal, desenhada de forma a apontar para o efeito. Usualmente desenhada no meio da folha 4- Categoria: representa os principais grupos de fatores relacionados com efeito. As flechas são desenhadas inclinadas, as pontas convergindo para o eixo central 5- Causa: Causa potencial, dentro de urna categoria que pode contribuir com o efeito As flechas são desenhadas em linhas horizontais, aportando para o ramo de categoria. 6- Subcausa: Causa potencial que pode contribuir com urna causa específica. São ramificações de uma causa.
O
efeito, ou problema é fixo no lado direito do desenho e as influências ou
causas maiores são listadas de lado esquerdo.
Razões e benefícios Razões
Benefícios
Etapas
de análise
Definir o efeito: Algumas vezes. o efeito é um problema, como "erros em pedidos". Outras vezes é alguma coisa que necessita ser descrita em termos de qualidade. como "desenvolver o melhor treinamento em motivação gerencial". Gerar idéias: "Brainstorming" é urna maneira de um grupo gerar muitas idéias em um curto espaço de tempo. Identificar a principal categoria: Baseado na lista de idéias, gerar uma lista de categorias. Reduzir o número de categorias, se algumas são comuns a outras. Verificar se as idéias se ajustam dentro das categorias estabelecidas. O diagrama de causa e efeito não pode ter mais de Avaliar as idéias: A avaliação pode conter a explanação de idéias, o agrupamento das que estão fortemente relacionadas, ou sua eliminação. A avaliação visa aquele que deu a sugestão, porque a idéia agora pertence ao grupo. Projetar a folha para a coleta de dados: Baseado no diagrama de causa e efeito e nas causas potenciais do problema listadas nele, projete urna folha de coleta de dados para obter as informações para validar a causa real. Os diagramas de causa e efeito identificam apenas causas possíveis, somente os dados indicarão as causas reais. Quando o diagrama de causa e efeito é utilizado para fins de planejamento, concentre a atenção sobre um resultado desejado. A seta principal aponta para o que desejamos que aconteça e as setas menores dos ramos representam vários meios necessários para alcançar o resultado. |
terça-feira, 24 de abril de 2012
6ª Pesquisa: Melhoria Continua de Processos (Kaizen) e Ciclo PDCA
Implantação do Sistema de Gestão da Qualidade
Tema:
Melhoria Continua de Processos (Kaizen)
e Ciclo PDCA
"Melhoria
Continua de Processos (Kaizen) e Ciclo PDCA".
Qualidade é um meio para se chegar a algum lugar
e é um processo que não acaba nunca, pelo contrário se aprimora a cada dia.
Para falar de gestão de qualidade, não podemos
deixar de fora dois países importantes que contribuiram muito para chegar onde
estamos hoje que é a Alemanha e o Japão.
A Alemanha usava o critério ortodoxo, e o Japão
foi mais agressivo. Na década de 60 começaram a produzir com certa qualidade e
percebiam que o mercado já queria uma determinada qualidade.
Mas foi somente nas décadas de 60 e 70 que
começaram a produzir com quantidade e qualidade, onde o mercado começou a
oferecer produtos diferenciados. Foi na década de 80 que no Japão surgiu
Just-In-Time, Kanban e Kaisen.
A técnica da qualidade total é produzir todo com
qualidade para satisfazer nossos clientes. Tendo como uma de suas ferramentas o
Ciclo PDCA.
Os conceitos de gerenciamento da qualidade
apresenta uma série de fatores e práticas que vem se desenvolvendo ao longo do
tempo e é importante conhecer essa história para entendermos o futuro. A
evolução pode se considerada da seguinte forma: era da transformação, dos
grandes momentos históricos da evolução humana relacionando os aspectos
políticos, sociais, econômicos, tecnológicos e organizacionais, período da
revolução industrial e revolução da informação.
Era da
produção considerada entre 1920 a 1950, onde as empresas desenvolveram os
processos de produção, sendo o principal as linhas de montagem.
Era da eficiência considerada entre 1950 a 1970, onde surgiram
as primeiras técnicas de controle de produção e controle de administração.
Era da qualidade considerada entre 1970 a 1980, onde os
sistemas produtivos visualizaram a era da satisfação do cliente.
Era da competitividade considerada a partir de
1990, quando as empresas buscavam e procuravam a excelência empresarial,
atendendo os interesses dos cliente, colaboradores, acionistas e da comunidade,
hoje todas as empresas precisam se preocupar com essas responsabilidades.
Era dos empreendimentos a partir do ano 2000,
desenvolvendo novos formatos da empresa, novas relações capital trabalho, que
melhoraram nesses últimos anos.
Qualiade total representa os processos e
procedimentos produtivos, gerando produtos sempre com a mesma qualiade o
princípio de economia de escala.
Círculos de controle de qualidade são formados
por trabalhadores que espontaneamente passam a buscar soluções criativas para
resolver problemas que ocorrem na empresa.
Um
grande salto na qualidade acontece quando se inicia o chamado ciclo PDCA.
Todo o
gerenciamento do processo consta em estabelecer a manutenção nas melhorias dos
padrões montados na organização, que servem
como referências para o seu gerenciamaneto. Introduzir o gerenciamento
repetitivo via ciclo PDCA.
O ciclo PDCA foi desenvolvido por Walter A.
Shewart na década de 20, mas começou a ser conhecido como ciclo de Deming em
1950 , por ter sido amplamente difundido por este. É uma técnica simples que
visa o controle do processo, podendo ser usado de forma contínua para o
gerenciamento das atividades de uma organização.
O ciclo PCDA é um método que visa controlar e
conseguir resultados eficazes e confiáveis na atividade de uma organização. É
um eficiente modo de apresentar uma
melhoria no processo, padroniza
as informações do controle de qualidade, evita erros lógicos nas análises e
torna as informações mais fáceis de entender, facilita a transição da administração
direcionada para a melhoria contínua.
O ciclo PCDA esta composto em quatro fases
básicas o planejar, executar, verificar e atuar corretivamente.
Para sua implementação é necessário seguir algumas
etapas, segundo o site da Daimler Benz.
Traçar um plano ( PLAN)
Este passo é estabelecido com base nas
diretrizes da empresa. Quando traçamos um plano, temos três pontos importantes
para considerar:
a)
estabelecer
os objetivos;
b)
estabelecer
o caminho para atingí-lo;
c)
decidir
quais os métodos a serem usados para conseguí-los.
Depois
de definidas estas metas e objetivos, deve-se estabelecer uma metodologia
adequada para atingir os resultados.
Executar
o plano (DO)
Este
passo pode ser abordado em três pontos importantes:
a)
treinar
no trabalho o método a ser empregado;
b)
executar
o método ;
c)
coletar
os dados para verificação do processo. Neste passo devem ser executadas as
tarefas exatamente como estão previstas no plano.
Verificar
os resultados ( CHECK)
É
verificado o processo e avaliamos os resultados obtidos, onde verifica-se:
a)
verificar
se o trabalho está sendo realizado de acordo com o padrão;
b)
verificar
se os valores medidos variaram, e comparar os resultados com o padrão;
c)
verificar
se os itens de controle correspondem com os valores dos objetivos.
Fazer as ações corretivas (ACT)
Tomar ações baseadas nos resultados apresentados
no passo 3,
a)
se o
trabalho desviar do padrão , tomar ações para corrigir estes;
b)
se um
resultado estiver fora dos padrões, investigar as causas e tomar ações para
corrigir e previni-lo;
c)
melhorar
o método e o sistema de trabalho.
Um ponto importante é que não da para usar b em o ciclo PDCA (melhoria da operação) sem o SDA
(boa operação).
O SDCA significa:
“S”:
Standard que é definir meta padrão através da implantação de um “POP”
(procedimento operacional padrão = trabalho repetitivo a ser executado).
“D” execução ou cumprimento dos procediemntos
operacionais padrão (POP’S).
“C” verificação se a meta foi alcancada ou não, a verificação é feita no
fim e não no meio do processo.
“A” Caso a meta padrão nao tenha sido atingida,
deve ser adotada a ação corretiva sobre o desvio detectado ou não-conformidade.
Melhorar o que é aleatório é dificil, precisamos
de consistência, um outro ponto muito importante é que atingir metas é um
processo de aprendizagem e crescimento humano, muito motivados desde que as
pessoas estejam envolvidas com seus corações e mentes é preciso união para
conseguir resultados cada vez melhores e eficazes.
O primeiro passo é garantir disciplina
operacional diária e constante para execução do trabalho padronizado. A
garantia somente é conseguida pela boa padronização de processos e tarefas,
treinamento exaustivo, participação voluntária e alegre do operador. É
necessário monitorar os resulatados para verificar a estabilidade dos
resultados, a própria equipe deve corrigir seus desvios.
Conseguir isto é o auge do SDCA, pois as pessoas
já estão acostumadas com execução desciplina de padrões, então troca-se o
padrão por um melhor, treina-se e a disciplina é conseguida rapidamente.
O ciclo
PDCA, quando utilizado sobre um bom SDCA, tem a função de alterar a maneira de
trabalhar (padrões) para conseguir melhores resultados.
Em algumas empresas existe o PDCA avançado com a
utilização de estatística para analizar as informações, traz melhores
resultados.
A utilização do ciclo PDCA com o SDCA, aliada a
um clima organizacional, em que as pessoas sintam que fazem parte do time, é a
verdadeira máquina de execução . Quando este conjunto é bem estabelicido, os
resultados são inesperados.
Uma empresa com bom SDCA é uma empresa que
aprende, e estabelece uma operação centrada num bom SDCA, podemos usar todos os
recursos de aprendizado, juntamente com bons profissionais.
O ciclo PDCA e o SDCA são ferramentas que trazem
grande interação entre pessoas, da a empresa o sentido de unidade, onde todos
trabalham em direção única, que é solucionar e evitar não-conformidades.
Passaremos a comentar a partir de agora sobre
KAIZEN, palavra de origem japonesa que significa mudança para melhor,
desenvolvido no Japão a partir dos anos 50 pelo professor Masaaki Imai,
conhecido como o pai do KAZEN.
O KAZEN é baseado na filosofia e nos princípios
socioculturais orientais e exige o comprometimento de todos os indivíduos da
empresa, desde o operário até o gerente. Consiste numa forma de gestão
orientada para a maximização da produção e da rentabilidade e que não implica
em relativo aumento de custos. As atividades da metodologia envolvem não apenas
o processo produtivo, mas também outras áreas da empresa como o markting,
vendas, administrativo, desenvolvimento e financeiras. Os benefícios para as
empresas são o aumento de produtividade sem investimentos significativos,
redução nos custos de produção, capacidade de realização as mudanças de mercado
e motivação dos colaboradores.
A filosofia KAIZEN tem como lema “hoje melhor do
que ontem, amanhã melhor do que hoje”. Está pautada na eliminação de
desperdícios com base no bom senso, no uso de soluções baratas que tenha como
motivação a criatividade dos colaboradores.
O KAIZEN pode se dividir em duas partes, uma
técnica e outra humana.
A parte técnica ela descobre e elimina as
atividades que não agregam valor ao produto, ou a eliminação total dos desperdícios.
A parte humana traz o total envolvimento de
todos na empresa com a pré-disposição para mudanças e novos rumos em processos.
Um KAIZEN bem planejado ainda pode ser dividido
em três grupos ou segmentos, dependendo da complexidade e do nível do KAIZEN.
Primeiro
segmento orientado para a administração, ele é o crucial, já que o KAIZEN
orientado para adminidtração se concentra nas mais importantes questões
logistícas e estratégicas e oferece o incentivo para manter o processo e o
moral.
KAIZEN é tarefa de todos, o gerente deve se
envolver no melhoramento do seu próprio trabalho. Acredita-se que um gerente
deve dedicar pelo menos 50% do seu tempo ao melhoramento. Ostipos de KAIZEN,
estudados pela administração, exige experiência em resolução de problemas,
conhecimento de engenharia profissional, embora algumas ferramentas
estatísticas possam ser suficientes. Eles são claramente uma tarefa da administração e com frequência envolvem
pessoas de diferentes departamentos , que irão trabalhar juntas nos problemas
multifuncionais como equipes em um projeto.
Segundo segmento orientado para o grupo é o
enfoque permanente, é representado pelos círculos de controle de qualidade e
por outras atividades em grupos pequenos, que usam ferramentas estatísticas
para resolver problemas. O enfoque permanente exige o ciclo PDCA total e também
que os membros da equipe identifiquem as áreas com problemas e as causa,
analise, implantem e testem novas contrapartidas e criem novos e/ou
procedimentos.
No enfoque permanente, os membros passam pelos
processos de resolução de problemas e tomadas de decisão. As atividades dos
grupos estão confindas aos problemas que surgem em suas próprias áreas de
trabalho, mas o moral é melhorado através das atividades de KAIZEN, pois todos
dominam a arte de resolver os problemas imediatos.
Quando o trabalho em grupo tem um enfoque
temporário , as sugestões são oferecidas por grupos de empregados, formados
para receber tarefas específicas. Embora os membros dos grupos sejam
frequentemente treinados no uso de ferramentas estatísticas e analíticas, os
grupos debandam quando o objetivo é alcançado.
Tanto no Kaizen orientado para a administração
quanto no KAIZEN orientado para o grupo, é essencial que a administração
entenda adequadamente a função dos colaboradores no KAIZEN e que se use todas
as oportunidades para apoiá-los.
Terceiro segmento voltado para a pessoa que se
manifesta na forma de sugestão.
O melhoramento orientado para a pessoa tem
oportunidades quase infinitas, atraves de sugestões de melhoramento, como por
exemplo um colaborador sugere que todos os aparelhos do escritório sejam da
mesma cor.
KAIZEN
orientado para as pessoas é frequentemente visto como incentivado e so moral e
a aadministração nem sempre exige o retorno econômico imediato. A atenção e a
receptividade da administração são essenciais se os operários devem se tornar
“operários pensantes”, procurando maneiras melhores de realizar o seu trabalho.
Dentro de um evento KAIZEN podemos utilizar
algumas ferramentas e conceitos de qualidade e manufatura enxuta, que será
exposta a equipe para aplicação durante e após o evento.
Temos o zero defeito e PPM (Parte por milhao)
que quer dizer produzir diversos itens com a mesma qualidade, não aceitando
peças defeituosas de outro setor, não produzindo e não enviando peças com defeito. O PPM é um
índice de não-qualidade, negociado com o cliente, pode-se dizer que é o quanto
de peças ruins podemos enviar ao cliente, tempo em mente que este índice tem
influência negativa, junto ao cliente.
Temos o POKAYOKE, projetado para previnir erros
no processo de produção, mas nem todo despositivo a prova de erro pode ser
chamado de POKAYOKE, para se um POKAYOKE o dispositivo deve previnir erros 100%
do tempo, detecta defeito junto a fonte, não depende do operador e deve ser b arato, soluções criativas. Tem como objetivo
melhorar a qualidade do produto, alicerçado na segurança, montagem na ordem
correta e montagem de todas as peças.
Outra ferramenta bastante usada em eventos de
KAIZEN é o “5S”, que tem como objetivo estimular a mudança de comportamento em
um processo educacional, visando um ambiente de trabalho saudável e seguro. O
programa leva esse nome em decorrência das cinco palavras japonesas que
sintetizam as cinco etapas do programa, com o significado:
1ª SEIRI – senso de utilização
2ª SEITON – senso de ordenação
3ª SEISO – senso de limpeza
4ª SEIKETSU – senso de padronização e saúde
5ª SHITSUKE – senso de disciplina.
O Ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Action) é hoje o principal método da Administração pela Qualidade Total, tendo sido criado na década de 1920 por Shewhart, quando trabalhava na Companhia Telefônica Bell (na qual se desenvolveu a telefonia).
Essa ferramenta fornece o caráter científico à administração moderna, por apresentar uma correspondência perfeita com cada uma das etapas do Método Científico Tradicional. Devemos ressaltar que o PDCA pode ser aplicado em todos os níveis de uma organização, desde a alta administração até o "chão de fábrica", enquanto que o Método Científico possui uma linguagem hermética que o restringe aos ambientes acadêmicos.
O PDCA, juntamente com o Controle Estatístico da Qualidade (Estatística para Qualidade), também incorporado à administração moderna por Shewhart, foram intensivamente utilizados pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial e pelo Japão no pós guerra, através da atuação de Deming e Juran.
Após 80 anos de aplicação ininterrupta, essas metodologias consolidam-se nas empresas como as principais ferramentas para a competitividade, ou seja, a capacidade de gerar um produto ou serviço de qualidade superior ou custo inferior ao dos concorrentes nacionais e internacionais.
Empresas de referência mundial em administração (benchmarkers), consideram que gerenciar (administrar) consiste basicamente em aplicar corretamente o PDCA. Paralelamente, o Controle Estatístico da Qualidade está se consolidando como tecnologia crítica na administração com os programas "6 " (seis sigma ou six sigma) que são programas sistêmicos que buscam reduzir os erros de processos para aproximadamente 3,2 por milhão. Os programas 6 foram sacramentados na Empresa Motorola na última década e vêm sendo incorporados por diversas empresas multinacionais e nacionais através dos black belts, os faixas preta da qualidade. Descreveremos as etapas do Ciclo PDCA e citaremos algumas técnicas de Controle Estatístico da Qualidade apropriadas para algumas etapas.
Ciclo PDCA
Primeira etapa: P (Plan) - Planejamento
Consiste na detecção de um problema ou possibilidade de melhoria, na busca de suas causas, seleção das causas principais e montagem de um plano de ação.
Nessa etapa, podem ser usadas algumas ferramentas da qualidade como: Brainstorming, Multivotação, Sistema GUT-CD, Diagrama de Ishikawa, as Sete Ferramentas para o Planejamento da Qualidade, Modelagem Estatística Matemática, Teoria de Amostragem, Simulação, Plano de Ação 5W1H, etc.
A etapa de planejamento deve ser concluída com a elaboração de um documento contendo o objetivo principal, as metas (sub-objetivos quantificáveis, com indicadores de desempenho e datas limite - deadlines) e métodos. Cada meta deve contar com seu método, ou seja, a sequência de ações para se atingir cada meta. O método deve ser checado pelo sistema 5W2H (o que deve ser feito, quando, como, onde, por que, quem irá fazer, quanto irá custar).
As metas são definidas pela alta administração ou a média gerência e os métodos pela equipe responsável pela implementação do PDCA. O processo de negociação de metas e métodos denomina-se Sistema de Negociação Ringi.
O documento elaborado deve ser assinado pela equipe responsável pela implementação e pela alta administração da empresa.
Segunda etapa: D (Do) - Execução
O sucesso dessa etapa depende do sucesso da etapa anterior, considerando-se que a eliminação de um erro na etapa de planejamento tem um custo menor do que a eliminação do mesmo erro na etapa de execução. A execução consiste em seguir fielmente o plano de ação elaborado na primeira etapa do Ciclo PDCA.
Terceira etapa: C (Check) - Verificação, checagem
A checagem é essencial para podermos avaliar o sucesso das etapas anteriores. Devem ser utilizadas as Sete Ferramentas para o Controle Estatístico da Qualidade, assim como outras ferramentas estatísticas, como por exemplo, Análise de Variância, Regressão, técnicas multivariadas (Principal Component Analysis, MANOVA, Cluster Analysis, Discriminante, Correlações Canônicas, etc).
Quarta etapa: A (Action) - Agir
Esta etapa baseia-se no resultado da checagem, pois conclui sobre a necessidade de ações corretivas (se a checagem detectou algum problema), preventivas (se não ocorreu nenhum problema, porém, poderia ter ocorrido) ou de padronização (se tudo ocorreu conforme o planejado e uma nova maneira de executar determinado processo foi descoberta). A finalização da implantação de um PDCA dá origem a outro PDCA, ou seja, a quarta etapa (Action) de um PDCA dará origem à primeira etapa (Plan) do próximo PDCA, sendo esta a base da melhoria contínua da Gestão pela Qualidade Total. Essa conexão entre Action-Plan, chama-se de circularidade do PDCA. Os resultados da implantação dos PDCA's devem ser comunicados para a alta administração num momento denominado Workshop (prestação de contas). Normalmente existem datas fixas, mensais, para a realização de workshop, assim como existe toda uma tecnologia para gerenciar esses eventos. Nas empresas encontramos vários PDCA's rodando simultaneamente, sendo essa a forma com que as equipes de trabalho dos diversos setores de uma empresa dão suporte para a implantação das políticas da alta administração. Esse processo denomina-se Administração por Políticas.
Gestão da Rotina e Gestão da Melhoria
Na Gestão pela Qualidade Total (GQT), a Gestão da Rotina é o gerenciamento das tarefas diárias, em nível operacional, realizado por todos os funcionários de uma organização, tendo como base o Ciclo PDCA. Através do gerenciamento da rotina podem ser obtidos confiabilidade, padronização e delegação. Os próprios funcionários, quando possuem certa autonomia, podem introduzir, através de planejamentos, pequenas melhorias em suas atividades gerando um processo de melhoria contínua (kaizen ) na empresa. Entre as ferramentas da GQT que ajudam na gestão da rotina temos: PDCA, Programa 5S, CCQ, Procedimentos Operacionais, etc. Quando a rotina de uma empresa está bem estabelecida, a alta administração deve buscar melhorias visando maior competitividade, eficácia, aumento de mercado e sobrevivência empresarial. O rompimento com a rotina, através de inovações, é chamado de Gestão da Melhoria. Para introduzir mudanças na propriedade, que levem para uma maior qualidade e competitividade, a alta administração deve fazer uso de várias ferramentas da GQT que ajudarão na tomada de decisão e em todas as fases do Ciclo PDCA. Dentre essas ferramentas, destacamos: Marketing, Benchmarking, Custos da Qualidade, FMEA, QFD, Auditorias, Administração por Políticas, etc. Devemos ressaltar que para a realização deste artigo foi fundamental a interação da Universidade de São Paulo com a Empresa Diagrama Consultoria
Referencia: WWW.engenhariaubc.br.tripod.com/ciclopdca.htm
Melhoria
contínua e o ciclo PDCA
O PDCA é o modelo de
referencia para planos de melhoramento continuo adotados em muitas
organizações. O PDCA são as iniciais das palavras inglesas plan, do, check, e
action, que significam planejar, fazer, verificar e agir (corretivamente).
O PDCA, também
conhecido como roda de Deming (em homenagem ao estatístico e “guru” da
qualidade William Edward Deming) é uma metodologia de análise e solução de problemas.
A melhoria
contínua é embasada em um modelo japonês denominado KAIZEN, filosofia principal
da qualidade total, isto é, a ideia de busca contínua de melhorias em tudo o
que é feito em uma organização. Significa melhoria gradual e contínua de todos
os serviços e produtos tornando-os eficientes, mais econômicos e mais
confiáveis.
O PDCA é o
modelo de referencia para planos de melhoramento continuo adotados em muitas
organizações. O PDCA são as iniciais das palavras inglesas plan, do, check, e action, que
significam planejar, fazer, verificar e agir (corretivamente).
As quatro partes
do PDCA são descritas a seguir:
PLANEJAR: “Não existe nada (nenhum processo) que não possa ser melhorado”. Na fase de planejamento do ciclo escolhe-se um processo ou problema a ser sanado. O processo escolhido pode ser uma atividade, linha de montagem, um método etc. Desenhamos o projeto e o estudamos por meio de técnicas de administração da produção. Estabelecemos padrões de medidas e metas quantitativas e qualitativas a serem alcançadas. Desenvolvemos um plano de ação com parâmetros quantificáveis de acompanhamento.
FAZER: Depois do plano de ação definido, cabe fazer com que ele aconteça na prática. É importante colher dados e medidas (“quem não mede não gerencia” ) continuamente, e documentar as mudanças no processo. Uma boa estratégia é escolher, na fase anterior de planejamento, processos e problemas fáceis de resolver. O sucesso das primeiras ações serve de treino e incentivo a equipe responsável.
VERIFICAR: Nessa fase são verificados os resultados práticos da implementação do plano. Se existirem grandes distorções para alcançar os resultados, pode ser necessário retorno a primeira fase e alterar ou refazer o plano inicial. Caso os resultados obtidos sejam satisfatórios, em relação às metas estabelecidas, o programa deve prosseguir para a próxima fase.
AGIR (CORRETIVAMENTE): comprovada a eficácia do plano implantado e adotado, é necessário torná-lo padrão na empresa. O novo procedimento é documentado para garantir que sempre seja utilizado, a partir de então e até que uma nova melhoria o modifique. Esta fase garante que as mudanças que resultaram em melhorias sejam internalizadas nos processos produtivos adotados pela empresa. Caso as mudanças não alcancem os resultados esperados, esta etapa envolve o retorno à situação anterior.
O PDCA pode ser aplicado em todas as áreas funcionais da organização ( produção, recursos humanos, marketing, finanças, entre outras), nas quais podem ser identificadas as funções da administração: planejamento, organização, controle e direção.
Referências
ALDAY,Herman E. Contreras. O planejamento estratégico dentro do conceito de administração estratégica. REV. FAE.Curitiba, v.3.n°2, p. 9-16. Maio/agosto 2000.
AMAZONAS, Breno de Andrade Costa et al. Gestão da qualidade total. Universidade Federal de Sergipe,2008
CARVALHO, Alex de Almeida. Planejamento Estratégico do macro processo do Inmetro. Universidade Federal Fluminense. Centro Tecnológico. Niterói 2006.
COELHO, Ana Flavia de Castro e João Batista Turrioni. Validação de Instrumentos para a Medição de práticas de gestão da qualidade em empresas certificadas ISO 9001. REVISTA P e D em Engenharia de Produção. N°8. (2008)p. 78-96.
COLTRO, Alex. Gestão da Qualidade Total e suas influências na competitividade empresarial. Caderno de Pesquisa em Administração, São Paulo, V.1, N°2, 1°semestre / 1996.
COSTA,Eliezer Arantes da. Gestão estratégica. Ed. Saraiva 2002
GRAEMI, Alexandre Reis e Jurandir Peinado. Administração da Produção — Operações industriais e de serviços. UNICENP, 2007, Curitiba.
KOTLER, Philip. Administração de Marketing – Análise, Planejamento, Implementação e Controle. 4° edição, 1996, Ed. Atlas.
LONGO, Rose Mary Juliano. Gestão da Qualidade: Evolução Histórica, Conceitos Básicos e Aplicação na Educação. IPEA. Brasília, Jan. 1996.
MAYER, Miriam G., Princípios da qualidade com base na NBR ISO 9000. UNIUV.
MCT, FINEP,PADCT. Estudo da competitividade da indústria brasileira. Competitividade no setor de bens eletrônicos de consumo.1993.
SEBRAE .Manual de ferramentas para a qualidade. Agosto,2005.
STADLER, Humberto. Estratégias para a Qualidade: O momento humano e o momento tecnológico. Curitiba Ed. Juruá, 2006.
WALTON, Mary. O método Deming de Administração. Ed. Marques – Saraiva 1989
quarta-feira, 18 de abril de 2012
7ª Pesquisa: Elaboração de Planejamento e Controle, MASP e 8D.
Tema: Elaboração de Planejamento e Controle, MASP. 8D
Método de análise e solução de
problemas
O
método de análise e solução de problemas, também conhecido como MASP, é a
denominação que o QC-Story, método de solução de problemas de origem japonesa,
acabou sendo atribuída no Brasil.
O
MASP é um método prescritivo, racional, estruturado e sistemático para o
desenvolvimento de um processo de melhoria num ambiente organizacional, visando
solução de problemas e obtenção de resultados otimizados. O MASP se aplica aos
problemas classificados como “estruturados”, cujas causas comuns e soluções
sejam desconhecidas, que envolvam reparação ou melhoria ou performance e que
aconteçam de forma crônica. Pode-se perceber que para serem caracterizados da
forma acima, os problemas precisam necessariamente possuir um comportamento
histórico. Devido à esse fato, o MASP se vale de uma abordagem que Parker
(1995) caracteriza como “reativa”, o que contrasta com a abordagem “proativa”
necessária aos problemas de engenharia ou de concepção.
A
introdução do QC-Story na literatura, o método é apresentado apenas como um componente
do Controle da Qualidade Total, um movimento de proporções muito mais amplas. O
método apresentado pelo autor é denominado de MSP – Método de Solução de
Problemas, que se popularizou como MASP - Método de Análise e Solução de
Problemas. Embora não ressalte as diferenças nos passos ou sub-passos das
abordagens, afirma que o Método de Solução de Problemas apresentado por ele “é
o método japonês da JUSE (Union of Japanese Scientists and Engineers) chamado
‘QC-Story’”. Talvez devido aos fatores históricos e influências culturais e
gerenciais, o MASP é o método de solução de problemas mais difundido e
utilizado no Brasil. Em Minas Gerais por exemplo, ele é empregado e discutido
em grupos de empresas e profissionais há mais de 20 anos.
O
MASP é um caminho ordenado, composto de passos e sub-passos pré-definidos para
a escolha de um problema, análise de suas causas, determinação e planejamento
de um conjunto de ações que consistem uma solução, verificação do resultado da
solução e realimentação do processo para a melhoria do aprendizado e da própria
forma de aplicação em ciclos posteriores. O MASP prescreve como um problema
deve ser resolvido e não como ele é resolvido, contrapondo dois modos de tomada
de decisão que Bazerman (2004) denomina de “modelo prescritivo” e “modelo
descritivo”. O MASP segue o primeiro modelo e por esse motivo é também definido
como um modelo racional. Partindo também do pressuposto de que toda solução há
um custo associado, a solução que se pretende descobrir é aquela que maximize
os resultados, minimizando os custos envolvidos. Há portanto, um ponto ideal
para a solução, em que se pode obter o maior benefício para o menor esforço, o
que pode ser definido como decisão ótima.
A
construção do MASP como método destinado a solucionar problemas dentro das
organizações passou pela idealização de um conceito, o ciclo PDCA, para
incorporar um conjunto de idéias inter-relacionadas que envolve a tomada de
decisões, a formulação e comprovação de hipóteses, a objetivação da análise dos
fenômenos, dentre outros, o que lhe confere um caráter sistêmico.
Etapas do MASP: Objetivos das
etapas
Embora sejam decorrentes
do mesmo conceito (PDCA), as etapas e passos do MASP encontrados na literatura
podem ter pequenas diferenças. Algumas etapas podem ser apresentadas juntas,
outras separadas, de acordo com a visão do autor mas, em geral, a estruturação
é a mesma. A estrutura de oito etapas apresentada abaixo é a mais conhecida e
mais utilizada em grupos de melhoria e em Círculos de Controle da Qualidade -
CCQs:
- Identificação do
problema: Definir claramente o problema e reconhecer sua importância.
- Observação:
Investigar as características específicas do problema com uma visão ampla
e sob vários pontos de vista.
- Análise: Descobrir as
causas fundamentais.
- Plano de ação:
Conceber um plano para bloquear as causas fundamentais.
- Ação: Bloquear as
causas fundamentais.
- Verificação:
Verificar se o bloqueio foi efetivo.
- Padronização:
Prevenir contra o reaparecimento do problema.
- Conclusão:
Recapitular todo o processo de solução do problema para trabalho futuro.
As oito etapas acima são
subdivididas em passos. A existência desses passos é o que caracteriza o MASP e
o distingue de outros métodos menos estruturados de solução de problemas, como
as Ações Corretivas, muito comumente usadas em organizações certificadas ISO
9001. Hosotani (1992) também descreve um método estruturado, com 28 passos
distribuídos nas oito etapas. No Brasil, foi o método de Kume (1992) que mais
teve aceitação, tornado popular por Campos (2004), cujas etapas e passos são
descritos a seguir.
Etapa 1: Identificação do
problema
A identificação do
problema é a primeira etapa do processo de melhoria em que o MASP é empregado.
Se feita de forma clara e criteriosa pode facilitar o desenvolvimento do
trabalho e encurtar o tempo necessário à obtenção do resultado. Charles F.
Kettering, cientista e inventor norte-americano, observa que “um problema bem
definido é um problema meio solucionado”.
A identificação do
problema tem pelo menos duas finalidades: (a) selecionar um tópico dentre uma
série de possibilidades, concentrando o esforço para a obtenção do maior
resultado possível; e (b) aplicar critérios para que a escolha recaia sobre um
problema que mereça ser resolvido.
Passos da Etapa 1 - Identificação do problema
Identificação dos problemas mais comuns
Levantamento do histórico dos problemas
Evidência das perdas existentes e ganhos
possíveis
Escolha do problema
Formar a equipe e definir responsabilidades
Definir o problema e a meta
Etapa 2: Observação
A observação do problema
é a segunda etapa do MASP e consiste averiguar as condições em que o problema
ocorre e suas características específicas do problema sob uma ampla gama de
pontos de vista. O ponto preponderante da etapa de Observação é coletar
informações que podem ser úteis para direcionar um processo de análise que será
feito na etapa posterior. Kume (1992) compara esta etapa com uma investigação
criminal observando que “os detetives comparecem ao local do crime e investigam
cuidadosamente o local procurando evidências” o que se assemelha a um
pesquisador ou equipe que buscam a solução para um problema.
Passos da Etapa 2 - Observação
Observação das características do problema
através de dados existentes
Observação do problema no local
Cronograma de trabalho
Etapa 3: Análise
A etapa de análise é
aquela em que serão determinadas as principais causas do problema. Se não
identificamos claramente as causas provavelmente serão perdidos tempo e
dinheiro em várias tentativas infrutíferas de solução. Por isso ela é a etapa
mais importante do processo de solução de problemas.Para Kume (1992) a análise
se compõe de duas grandes partes que é a identificação de hipóteses e o teste
dessas hipóteses para confirmação das causas. A identificação das causas deve
ser feita de maneira “científica” o que consiste da utilização de ferramentas
da qualidade (HOSOTANI, 1992), informações, fatos e dados que dêem ao processo
um caráter objetivo.
Passos da Etapa 3 - Análise
Levantamento das variáveis que influenciam no
problema
Escolha das causas mais prováveis (hipóteses)
Coleta de dados nos processos
Análise das causas mais prováveis;
confirmação das hipóteses
Teste de consistência da causa fundamental
Foi descoberta a causa fundamental?
Etapa 4: Plano de Ação
Segundo Ishikawa (1986),
“a descoberta de anomalias, se não for seguida da adoção das medidas
saneadoras, será algo inútil”. Assim, uma vez que as verdadeiras causas do
problema foram identificadas, ou pelo menos as causas mais relevantes entre
várias, as formas de eliminá-las devem então serem encontradas (PARKER, 1995).
Para Hosotani (1992) esta etapa consiste em definir estratégias para eliminar
as verdadeiras causas do problema identificadas pela análise e então
transformar essas estratégias em ação. Conforme a complexidade do processo em
que o problema se apresenta, é possível que possa existir um conjunto de
possíveis soluções. As ações que eliminam as causas devem, portanto, ser
priorizadas, pois somente elas podem evitar que o problema se repita novamente.
Passos da Etapa 4 - Plano de Ação
Elaboração da estratégia de ação
Elaboração do plano de ação
Negociação do plano de ação
Etapa 5: Ação
Na seqüência da
elaboração do plano de ação, está o desenvolvimento das tarefas e atividades
previstas no plano. Esta etapa do MASP se inicia por meio da comunicação do
plano com as pessoas envolvidas, passa pela execução propriamente dita, e
termina com o acompanhamento dessas ações para verificar se sua execução foi
feita de forma correta e conforme planejado.
Passos da Etapa 5 - Ação
Divulgação e alinhamento
Execução das ações
Acompanhamento das ações
Etapa 6: Verificação
A etapa 6 – Verificação -
do MASP representa sozinha a fase de check do ciclo PDCA e consiste na coleta
de dados sobre as causas, sobre o efeito final (problema) e outros aspectos
para analisar as variações positivas e negativas possibilitando concluir pela
efetividade ou não das ações de melhoria (contramedidas). É nesta etapa que se
verifica se as expectativas foram satisfeitas, possibilitando aumento da
auto-estima, crescimento pessoal e a descoberta do prazer e excitação que a
solução de problemas pode proporcionar às pessoas (HOSOTANI, 1992). Parker
(1995) observa que “nenhum problema pode ser considerado resolvido até que as
ações estejam completamente implantadas, ela esteja sob controle e apresente
uma melhoria em performance”. Assim, o monitoramento e medição da efetividade
da solução implantada são essenciais por um período de tempo para que haja
confiança na solução adotada. Hosotani (1992) também enfatiza este ponto ao
afirmar que os resultados devem ser medidos em termos numéricos, comparados com
os valores definidos e analisados usando ferramentas da qualidade para ver se
as melhorias prescritas foram ou não atingidas.
Passos da Etapa 6 - Verificação
Comparação dos resultados com a meta
estabelecida
Identificação dos efeitos secundários
A ação foi efetiva?
Etapa 7: Padronização
Uma vez que as ações de
bloqueio ou contramedidas tenham sido aprovadas e satisfatórias para o alcance
dos objetivos ela podem ser instituídas como novos métodos de trabalho. De
acordo com Kume (1992) existem dois objetivos para a padronização. Primeiro, afirma
o autor, sem padrões o problema irá gradativamente retornar à condição
anterior, o que levaria à reincidência. Segundo, o problema provavelmente
acontecerá novamente quando novas pessoas (empregados, transferidos ou
temporários) se envolverem com o trabalho. A preocupação neste momento é
portanto a reincidência do problema, que pode ocorrer pela ação ou pela falta
da ação humana. A padronização não se faz apenas por meio de documentos. Os
padrões devem ser incorporados para se tornar “uma dos pensamentos e hábitos
dos trabalhadores” (KUME, 1992), o que inclui a educação e o treinamento.
Passos da Etapa 7 - Padronização
Elaboração ou alteração de documentos
Treinamento
Registro e comunicação
Acompanhamento dos resultados do padrão
Etapa 8: Conclusão
A
etapa de Conclusão fecha o método de análise e solução de problemas. Os
objetivos da conclusão são basicamente rever todo o processo de solução de
problemas e planejar os trabalhos futuros. Parker (1995, p. 54) reconhece a
importância de fazer um balanço do aprendizado, aplicar a lições aprendidas em
novas oportunidades de melhoria.
Passos da Etapa 8 - Conclusão
Identificação dos problemas remanescentes
Planejamento das ações anti-reincidência
Balanço do aprendizado
O MASP é um método que
permanece atual e em prática contínua, resistindo às ondas do modismo,
incluindo aí a da Gestão da Qualidade Total, sendo aplicado regularmente até
progressivamente por organizações de todos os portes e ramos.
Elaboração de Planejamento e Controle
MASP – 8D
Planejamento e Controle
A importância de Planejar
“Planejar é antecipar-se aos eventos
futuros não para prevê-los e sim para lidar com eles. Planejar não é
adivinhação e sim usar as informações disponíveis e escrever sobre elas.
Planejar é cuidar do que possui e dos desejos e necessidades futuros. Planejar
é descobri-se capaz de olhar amanhã sem medo, apesar de toda a
imprevisibilidade.” Fabiano Calil
MASP - Método
de Análise de Solução de Problema
O MASP é um método
prescritivo, racional, estruturado e sistemático para o desenvolvimento de um
processo de melhoria num ambiente organizacional, visando solução de problemas
e obtenção de resultados otimizados.
O MASP prescreve
(Ordena, estabelece) como um problema deve ser resolvido e não como ele é
resolvido
A construção do MASP
como método é destinado a solucionar problemas dentro das organizações e que
passou pela idealização de um conceito, o ciclo PDCA
PDCA
O MASP formado por 8 etapas
1 - Identificação do problema
Definir claramente o problema e
reconhecer sua importância
2 - Observação
Investigar as características do problema
com uma visão ampla e sob vários pontos de vista
3 - Análise
Ú
Descobrir as causas fundamentais
4 - Plano de Ação
Ú
Conceber um plano para bloquear as causas
fundamentais
5 - Ação
Bloquear as causas fundamentais
6 - Verificação
Verificar se o bloqueio foi efetivo
7 - Padronização
Recapitular todo o processo de solução do
problema para trabalho futuro
8 - Conclusão
Ú
Identificação
dos problemas remanescentes
Ú
Planejamento
das ações anti-reincidência
Ú
Balanço do
aprendizado
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